Um destes dias, no final de Abril julgo eu, fui sair com a minha melhor amiga, pois já ha algum tempo que não púnhamos a conversa em dia. Combinamos num café aqui perto e encontrámo-nos lá, como de costume ela chega sempre um tempo depois. E entre outros temas de conversa ela perguntou-me quando é que eu me juntava com o João, eu expliquei que o meu pai era contra a nós nos juntarmos, mas se fosse casar ele já aceitava, para mim a diferença é apenas a assinatura num papel, mas pronto, concordámos em fazer-lhe a vontade. E ela perguntou-me em que data eu estava a pensar, e eu falei em Setembro, pelo motivo que ja escrevi aqui num post, e a partir daí fomos falando de casamento pra cá e pra la e ás duas por três ela pergunta-me Então e já escolheste o tema do teu casamento?
Nem me tinha ocorrido isso, mas é verdade, todos os casamentos têm um tema, lembro-me de um a que eu fui em que nomes das mesas era de reis e rainhas de Portugal, e estava muito bonito em tons de Bordeaux.
Eu pensei logo no mar, nem estive muito tempo a matutar nisso, o mar, as sereias, a Atlantida, sim esse seria o tema do meu dia de sonho.
Nesse mesmo dia ainda fui ter com o João, mas não lhe falei da nossa conversa, guardei a ansiedade para mim, e só mais á noite quando cheguei a casa é que fui pesquisar e encontrai algumas tradições de casamento, as quais vou colocar aqui pois achei estas muito interessantes.
Na Holanda planta-se um pinheiro fora da casa dos recém-casados, símbolo de fertilidade e de sorte.
O noivo leva a noiva ao colo pela porta de sua nova casa para a
proteger dos espíritos maus que estão à espreita no chão da porta.
O sábado é considerado o dia mais azarento, de acordo com o folclore
inglês, o que acaba por ter uma certa graça, visto ser o dia mais
popular escolhido para casar.
No Egipto, para dar boa sorte, as mulheres egípcias beliscam a noiva no dia do seu casamento.
As noivas do Médio Oriente pintam motivos henna nas suas mãos e pés para as proteger do mau-olhado.
A tradição de usar damas de honor no casamento, remonta ao tempo
dos romanos. As testemunhas, ou damas de honor exigidas num casamento
romano, protegiam a noiva, vestindo-se de maneira semelhante à
noiva, enganado assim os maus espíritos, impedindo-os de
reconhecerem a noiva.
Uma noiva sueca costuma colocar uma moeda de prata oferecida pelo
seu pai e uma moeda de ouro oferecida pela sua mãe, em cada sapato,
assegurando que ela nunca passará sem eles.