Já faltou mais...

Daisypath Wedding tickers

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Tema Mar XI




quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Dia dos Namorados


Faltam 7 meses...


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O que não pode faltar num casamento

As dicas para um casamento de sucesso são sempre essenciais, a ansiedade só de pensar que pode faltar alguma coisa dá cabo dos nossos nervos, por isso para tornar o dia de casamento único e inesquecível sem que nada falhe, siga estas dicas.

 

Catering: Um bom menu com buffet e bons vinhos, o português dá imenso valor à qualidade da comida, ainda mais aquelas pessoas gostam mesmo de comer.
 
Música de abertura: Valsa ou outra música romântica, que faça muito sentido para os noivos.
 
Animação durante o casamento: Música durante a refeição e boa animação, seguido de um DJ e uma banda, depois de uma boa refeição há que dançar muito para digerir as calorias e o álcool.
 
Decoração: Toalhas bonitas e centros originais. Tudo o que faça um grande Aaahhh! na boca dos convidados vai ficar-lhes gravado na memoria.
 
Ideia surpreendente: Entrada do bolo de noiva com animação especial.
 
Tema do casamento: Uma cor, uma época, um estilo.

Flores: Rosas, tulipas ou orquídeas. Todas são bonitas e há muito por onde escolher.

Mesas: Quadradas ou redondas para 10 ou 12 pessoas.
 
Número de convidados ideal: 200 a 300 pessoas. Mas só para quem pode.
 
Fotografias que não podem faltar: Com os pais e irmãos - fundamental padrinhos e amigos de sempre!
 
O momento do bolo dos noivos: Brinde com os pais e convidados!!
 
Lembrança para os convidados: Uma ideia sempre diferente, algo que perdure, e que tenha utilidade.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Desabafo...

Era suposto este ser um blog onde eu escreveria apenas as coisas boas de de ser noiva, as coisas boas que andar numa lufa-lufa preparando os nossos trapinhos para o inicio de um novo ciclo, era suposto este cantinho mostrar que planear o casamento não é um bicho de sete cabeças apesar de nos dar muito ansiedade e nervosismo. Sim, era suposto, mas como em todas as coisas há alturas que precisamos de falar um pouco mais, e eu estou a precisar, não vou fazer disto um hábito, prometo, só há determinadas coisas que eu não posso escrever no meu outro blog, e como a única forma que tenho de desabafar é escrevendo, vou fazê-lo aqui, só por esta vez, e porque o tema do meu desabafo estar em tudo relacionado com este blog.
Pois bem, o ano passado eu e o João já nos queríamos juntar, até já tinhamos planeado isso so faltava mesmo falar com os meus pais, so que eles nao me levaram a serio, até que o João teve uma conversa de verdade com o meu pai e ele disse: "A rapariga só sai daqui casada" ok, tudo bem, então vamos casar, como já referi no primeiro post deste blog, a minha data que sempre quis desde pequena era a 14 de Setembro, fiz as contas e só tinha cerca de 4 meses para organizar tudo, mas por mim estava tudo bem, não me importava de ir apenas ao registo e pronto estava feito! 
Os meus pais foram falar com os pais dele e estes disseram que não. Não podiam pagar mais um casamento, pois já tinham tido o do filho no ano anterior mas que não se importava que nós nos juntássemos. Estas palavras para a minha mãe (e para mim tambem mas por outros motivos) cairam muito mal, ela entendeu isto como se eles me estivessem a tratar com uma qualquer de beira de estrada que se pode juntar porque para eles não os afecta. Enfim, continuando.
Ficou então acertado que o casamento seria para o ano seguinte, este ano de 2013, sim, já tive mais tempo para organizar as coisas, já vamos convidar mais pessoas e vamos fazer uma festa diferente daquela que tínhamos pensado inicialmente, e eu até estou entusiasmada e feliz. O ponto que bate aqui é que muitas vezes quando o João está de folga e eu vou ter com ele e janto com ele, tenho sempre de voltar para casa dos meus pais, na maior parte das vezes venho apenas dormir porque no outro dia que ele ainda tem de folga vou de manhã ter com ele, ou seja, há aqui um gasto de gasolina desnecessário, apenas por causa da teimosia do meu pai e não querer que eu passe lá uma ou duas noite de vez enquanto. E quando o João lhe pergunta porquê ele passa-se e diz que se eu o fizer mais vale fazer as malas e sair de casa de vez e que se recusa a pagar a festa do nosso casamento!

É isto e apenas isto que me custa ultra passar, sempre fui prisioneira dos meus pais, nunca conseguir dar o tal grito do ipiranga, como a minha melhor amiga está farta de dizer, e para me libertar dessa prisão só o casamento me salta. Melhor que isto nem a Disney consegue!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Tema Mar XII





terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Os ritmos do casamento

Como protagonistas do casamento, são os noivos quem definem o tempo de duração de cada momento da celebração. Há detalhes e pormenores que convém saber para que o copo de água do seu casamento corra bem. Sabe quanto tempo devem durar os aperitivos e a refeição? Não? Então continue a ler.

Os aperitivos:
O ideal para os aperitivos iniciais é que durem aproximadamente uma hora. Esta margem será mais do que suficiente para que os convidados mais atrasados possam chegar ao lugar de celebração e tenham tempo de cumprimentar os que chegaram primeiro.
Não exagere na duração dos aperitivos, pois corre o risco dos convidados perderem a fome quando se sentarem à mesa.

O ritmo certo:
Passado este tempo, o mestre-de-cerimónias (mediante autorização dos noivos) deverá chamar as pessoas para a mesa, pedindo aos convidados que se vão sentando. Idealmente, este tempo não deve ser demasiado alargado. Embora o cocktail seja um dos momentos mais agradáveis do banquete, em excesso pode tornar-se uma tortura.
Quando os noivos estiverem sentados, os empregados começam a servir os pratos. Os noivos não devem, portanto, demorar demasiado a sentar-se, pois a vontade de falar a todos os convidados pode contribuir para a fome e cansaço de outros.

O que devem saber:
O almoço ou jantar deve durar aproximadamente uma hora e meia. Em alguns casos poderão haver convidados na mesma mesa que não se conhecem e, por muitos dotes de conversação e animação que tenham, chegará o momento em que estarão, seguramente, desejosos que abra o baile.
O momento ideal para brindar aos convidados é na sobremesa. Tudo depende da vontade de experimentar os doces que escolheu e do número de mesas que tem que dar a volta. Se vos apetecer sobremesa, esperem que sirvam o café e as bebidas e comecem a volta às mesas.
Quando terminar a refeição, é altura para abrir o baile com uma valsa ou outra peça musical. E depois, é a vez de relaxar e desfrutar.
A festa irá girar à volta dos noivos. Por isso, é responsabilidade dos próprios noivos animar a festa. A vossa colaboração será essencial para que o banquete seja um êxito.