O Blog do meu Casamento. O meu cantinho especial, o sitio onde estão todas as coisinhas lindas que vou realizar do dia C. As ansiedades, as lágrimas de alegria, e tudo aquilo que eu quiser escrever. E... mais algumas coisas que não posso escrever noutro blog.
sábado, 4 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Protocolo sobre padrinhos e madrinhas
Quando se começa a trada de um casamento a primeira coisa que descobrimos é que ha protocolo para tudo, até mesmo para a escolha dos padrinhos. E tal como todas as regras, também é bom poder quebrá-las!
P: Qual é o número correcto de padrinhos?
R: Não existe número correcto, mas é preciso ter bom senso. Mesmo que o altar comporte bastante gente, ter mais do que quatro casais de cada lado é exagero. A entrada dos padrinhos e os cumprimentos no altar acabam por demorar demais e tornar a cerimónia cansativa. Também é preciso saber se o tamanho do altar comporta um número grande de padrinhos. O ideal é escolher com consciência entre as pessoas mais próximas e queridas pelos noivos.
P: Os padrinhos têm de ser da família?
R: Não necessariamente. Podem ser amigos, mas o principal é que sejam próximos dos noivos e tenham acompanhado o relacionamento dos dois.
P: Qual o papel dos padrinhos?
R: Participar no relacionamento do casal e estar disponível para algum suporte, ajuda ou aconselhamento sempre que necessário.
P: Convidar mais amigos que parentes para padrinhos é uma gafe para a família?
R: Não. O que importa é que sejam pessoas que tenham proximidade e um significado especial na vida dos noivos.
R: Não existe número correcto, mas é preciso ter bom senso. Mesmo que o altar comporte bastante gente, ter mais do que quatro casais de cada lado é exagero. A entrada dos padrinhos e os cumprimentos no altar acabam por demorar demais e tornar a cerimónia cansativa. Também é preciso saber se o tamanho do altar comporta um número grande de padrinhos. O ideal é escolher com consciência entre as pessoas mais próximas e queridas pelos noivos.
P: Os padrinhos têm de ser da família?
R: Não necessariamente. Podem ser amigos, mas o principal é que sejam próximos dos noivos e tenham acompanhado o relacionamento dos dois.
P: Qual o papel dos padrinhos?
R: Participar no relacionamento do casal e estar disponível para algum suporte, ajuda ou aconselhamento sempre que necessário.
P: Convidar mais amigos que parentes para padrinhos é uma gafe para a família?
R: Não. O que importa é que sejam pessoas que tenham proximidade e um significado especial na vida dos noivos.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Simbolo de Fertelidade
Um bouquet de noiva com orquídeas é uma boa opção, pois, para além
de serem bastante resistentes, também estão disponíveis ao longo de
todo o ano.
Só quando me dei conta que estava a escolher o meu ramo de noite é que caí na realidade, achava que só as outras é que casavam, que só as outras é que era noivas, mas estava mesmo a acontecer, nunca me senti tão noiva como naquele momento, ele vai ficar lindo! Já escolhi as flores e a forma que quero para o meu ramo, mas não vou desvendar muito mais, fica o bichinho da curiosidade quando eu mostrar as fotografias.
O bouquet da Noiva
O costume da noiva levar um bouquet começou na Grécia Antiga. A tradição do buquê de noiva está ligada a simbologia da vida, já que as
flores são os órgãos reprodutores das plantas, portanto está ligada a
fertilidade, era considerado um amuleto contra o mau-olhado e, o buquê era feito com uma
mistura de alho, ervas e grãos.
Na Idade
Média era comum a noiva fazer o trajeto a pé para a igreja e no caminho
recebia flores ou ervas e temperos para trazer felicidade e boa sorte.
Ao fim do trajeto ela tinha já formado um bouquet e cada um destes
presentes tinha um significado referente, assim os antigos romanos
costumavam atirar flores no trajeto da noiva, pois acreditavam que as
pétalas fariam a noiva ter sorte e dar carinho ao marido.
Antigamente as noivas confeccionavam dois arranjos. Um era abençoado por um sacerdote e preservado numa redoma de vidro que era exposto na sala de casa ou no quarto. O outro era arremessado para as mulheres solteiras da festa, sendo dessa maneira a próxima a se casar, ritual que é realizado até hoje nas cerimonias. A sabedoria popular possui diversas crenças para quem apanhar o bouquet onde dizem que será a próxima a casar ou que terá uma vida prospera.
Antigamente as noivas confeccionavam dois arranjos. Um era abençoado por um sacerdote e preservado numa redoma de vidro que era exposto na sala de casa ou no quarto. O outro era arremessado para as mulheres solteiras da festa, sendo dessa maneira a próxima a se casar, ritual que é realizado até hoje nas cerimonias. A sabedoria popular possui diversas crenças para quem apanhar o bouquet onde dizem que será a próxima a casar ou que terá uma vida prospera.
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terça-feira, 23 de abril de 2013
domingo, 21 de abril de 2013
Os Convites
Em Janeiro quando fomos á Exponoivos, nós íamos principalmente para procurar ideias e quem sabe encontrar algo que ainda não nos tivéssemos lembrado, e vimos um convite do qual ambos gostámos, representava bem o tema do nosso casamento, fizemos as contas para saber se valia a pena encomendar.
De facto havia lá muita diversidade tanto de cores como de preços, e como eu também iria fazer os missais não havia problema e trouxe um rolo daquele papel.
Vejam como ficaram. Os meus pais adoraram, e já estão todos prontos para serem distribuídos, os do João vamos entregar pela altura do aniversário do avô dele pois muitas das pessoas que vão também vão a essa festa e pois vai calhar mesmo bem.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Gomas Caseiras
Encontrei esta receita através do facebook e vou partilha-la aqui para que mais noivinhas a vejam e também para eu ficar com a receita anotada. Tenho que a exprimentar antes do grande dia.
Ingredientes:
35 gramas de gelatina neutra em pó (ou 3 folhas de gelatina mas nunca experimentei assim)
250 gramas de açúcar (na receita pela qual me segui dizia 300 mas acho exagero)
1 saqueta de gelatina de sabor a gosto
200 ml de água
Modo de preparação:
Juntar todos os ingredientes num tacho e misturar.
Levar a lume brando, mexendo de vez em quando, e deixar ferver durante cinco minutos.
Verter o preparado para um tabuleiro forrado a papel vegetal ou para formas de silicone untadas num pouco de óleo.
Deixar no frigorífico até solidificar.
Retirar das formas ou do tabuleiro.
Se usou o tabuleiro, corte em pequenos pedaços e passe por açúcar. Se
usou as formas de silicone, dispensa o corte e está pronto a passar
pelo açúcar.
Nota: Experimentei com gelatina do Lidl e não deu bom resultado. Nesta última experiência usei gelatina de morango da Royal.
Deixo aqui as fotos da minha deliciosa experiência. As crianças adoraram e os adultos choraram por mais.
domingo, 14 de abril de 2013
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